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terça-feira, 21 de julho de 2015

Hóquei garante vaga olímpica

Imagem retirada do sítio esportesolimpicos.ig.com.br
Diante das polêmicas com jogadoras da seleção feminina, que acusam a confederação de machismo, o hóquei sobre a grama brasileira conquistou um resultado histórico na noite desta terça-feira. A equipe masculina fez valer os meses de preparação na Europa e garantiu a vaga para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro ao garantir passagem às semifinais do Pan-Americano de Toronto.
A classificação veio de forma dramática. Após o empate por 1 a 1 no tempo normal, a seleção masculina venceu os Estados Unidos no shoot out - algo como uma decisão por pênaltis - por 3 a 1 e garantiu uma vaga entre os quatro melhores times do evento disputado em Toronto, algo acima do exigido pela federação internacional.
Sem a equipe feminina brasileira nos Jogos do ano que vem - jogadoras acusam a confederação de privilegiar os homens, enquanto a CBHG defende que direcionou a preparação para a equipe masculina por enxergar ‘maiores chances' -, a entidade máxima do hóquei sobre a grama estipulou que o Brasil ficasse, no mínimo, em sexto lugar para garantir a vaga na Olimpíada.
Especialistas no esporte previam dificuldades, mas a equipe brasileira surpreendeu. Antes de passar pelos Estados Unidos nesta terça-feira e assegurarem vaga na semifinal, a equipe venceu o México por 1 a 0, na fase de grupos, e somaram a primeira vitória da história em Pan-Americanos.
(Texto retirado do sítio da ESPN)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Elitização da competição

O jogo da seleção brasileira, ontem, serviu para duas coisas: 1) Estamos precisando melhorar e muito em todos os setores. A seleção inglesa que veio passear no Rio de Janeiro, empatou e virou, quase saindo vitoriosa da contenda; 2) A renda de oito milhões e mais de seiscentos mil, em um jogo que teve pouco mais de cinquenta e sete mil pagantes, demonstra a face elitista destas competições.

E é isso que importa a senhora FIFA. O resto é...o resto.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Estado laico?

Então a prefeitura do Rio de Janeiro vai pedir a Arquidiocese da cidade autorização para colocar a bandeira olímpica fixada no cristo redentor? Não teria um outro lugar mais laico, não? Que submissão é esta a igreja católica apostólica romana?

domingo, 5 de agosto de 2012

A lógica olímpica

O Brasil segue ganhando medalhas nas Olimpíadas de Londres. Obviamente, não como o Comitê Olímpico Brasileiro gostaria para que não tenha que justificar, na volta, tamanho fracasso diante de tantos investimentos públicos. Falaremos sobre isso posteriormente. Para o momento, registro apenas que a previsão orçamentária para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, está na casa dos 24 bilhões de dólares.

Mas o que quero pontuar é outra coisa. O Brasil ganha medalhas e cai na classificação. Com sete medalhas no momento (27º), está atrás da Coréia do Norte (9º) e Cazaquistão (8º) que tem, respectivamente, 5 medalhas, duas a menos que o Brasil.

O que tornam estes países melhores classificados do que o Brasil no quadro de medalhas é o número de medalhas de ouro que eles ganharam. A Coréia tem 4 e o Cazaquistão, 5. A Rússia, que tem 8 vezes mais medalhas do que os coreanos e pouco mais de 6 vezes dos cazaquistaneses, está em 10º simplesmente porque tem uma medalha de ouro a menos do que a Coréia e duas a menos em relação ao Cazaquistão.

A lógica olímpica é esta. Não vale apenas competir. É necessário ser o primeiro nas competições.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A dengue

A Cidade antes adjetivada de maravilhosa vem sofrendo há muito tempo, com vários problemas. A violência é um deles. Mas um outro apareceu e todos sabiam que isso iria ocorrer. Declararam guerra ao mosquito, mas tudo indica que a dengue venceu e novos regimentos, mais robustos, fortes e poderosos começam a formar tropas mais resistentes.

Dirão alguns. Venceu a batalha mas, não, a guerra. Digo eu: assim espero. Sim, porque em outros cantos não tão encantados como a cantada ex-cidade maravilhosa, o mosquito também faz a festa. A minha querida, amada cidade de Itabuna é expressão cabal disso. E ela não está isolada. Infelizmente.

Até quando? Enquanto isso, a preocupação central ainda é a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Aliás, os políticos têm mais um elemento para colocar como legado: a extinção da dengue. Até porque, imaginem, atletas e mais atletas, treinados e versados em distintas modalidades esportivas, perderem a competição para um simples mosquito, com picadas tão potentes quanto as drogas anabólicas consumidas por muitos em seus caríssimos processos de treinamento.

Seria cômico, se não fosse trágico.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Esporte é o bicho

Afinal de contas, Jogo do Bicho é ou não é contravenção?


A história nos conta que o Jogo do Bicho é uma invenção nacional que surgiu no fim do século XIX. A ideia veio do Barão Drummond, em 1892. Dono de um Zoológico na cidade do Rio de Janeiro, ele estipulava um certo prêmio em dinheiro para o portador do bilhete que tivesse a imagem do bicho do dia, que ficava envolto sob um pano. Ao final do dia o pano era retirado e o portador do bilhete que tivesse a imagem do bicho revelado em seu bilhete, levava uma bolada em dinheiro.


Foi daí que os números deste jogo ficaram associados aos animais do zoológico. Posteriormente, quando o jogo se popularizou, ele se tornou ilegal. Dois foram os motivos alegados: 1) a ausência de pagamento de impostos por parte dos banqueiros de jogo do bicho e 2) sua condição de jogo de azar.


Concordemos ou não com isso, é fato que esta modalidade de aposta é ilegal, consta como contravenção no código penal brasileiro e aqui respondemos a pergunta levantada no início do texto. Mas uma outra aparece e trata de indivíduos que ocupam cargos públicos, como secretarias de governos, e que estão associados ao tal jogo.


Em um certo interior do estado da Bahia, o Secretário de Esportes é sócio do Jogo do Bicho da cidade. Todos sabem e ninguém faz absolutamente nada. E então: Pode um secretário de esportes do município, está associado a uma atividade ilícita?

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Olhemos para a história: é pouca coisa para o povo, muita para o capital

No momento em que o Pan-americano do ano de 2007 foi decidido que iria ser no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, todo o discurso em volta das necessárias construções para abrigar o evento tinha como um dos argumentos o fato das obras servirem para abrigar, também, os Jogos Olímpicos, já que a sagrada família do esporte nacional tinha a pretensão de colocar a cidade como sede dos próximos jogos, pós Londres.

Pois bem. Assim foi feito. Novas estruturas foram construídas. Podemos lembrar do Estádio João Havelange, que passou logo depois para a iniciativa privada e para o clube de futebol, Botafogo, gerenciar e o Centro Aquático Maria Lenk. Este não serve mais para atender os propósitos aventados na época e que garantiram sua construção. Para os Jogos Olímpicos de 2016 abrigará, apenas, as competições de polo aquático e saltos ornamentais. Será necessário construir um novo complexo para abrigá as competições da natação e do nado sincronizado.

Cinco anos bastaram para que a estrutura do Maria Lenk ficasse obsoleta. Atualmente o conjunto aquático se encontra fechado e nem a comunidade de Jacarepaguá, carente de tudo e mais alguma coisa, tem acesso ao centro aquático para usar os seus equipamentos. Isso em um lugar, como muitos em nosso país, altamente carente de espaço de lazer. Um absurdo.

Nem estou mencionando aqui, a reforma pelo qual passa o Maracanã, que teve intervenções importantes no ano de 1999 e no ano de 2005. Ou foram muito mal feitas ou é mais um capítulo da farra com o dinheiro público. As empreiteiras agradecem.

Assim como foi para o Pan-2007, muitos discursos foram e estão sendo produzidos para a Copa e também para os Jogos Olímpicos. Nesses, o cenário é sempre paradisíaco e loucos, do contra, pessimistas, etc, etc, são todos aqueles que se aventuram na tarefa de procurar uma análise mais objetiva, menos emotiva e sem compromisso com o grande capital. Aliás, me permitam dizer rapidamente, estou preparando uma postagem sobre os dez homens mais ricos do Brasil e sua relação com os megaeventos. A proximidade é de assustar. Adianto que, por enquanto, até onde tem ido minhas pesquisas, quatro estão completamente envolvidos.

Mas, voltando ao discurso, nada melhor do que pegar um exemplo concreto para nos ajudar a perceber a realidade por trás dos mesmos. Para tanto, não podemos deixar de nos valer da África do Sul e vamos ficar em apenas dois, para não cansar o leitor.

Em primeiro lugar, a estimativa inicial do evento (Copa de 2010) era de 280 milhões de dólares. Custou 3 bilhões e 700 milhões. Previa-se um aumento do Produto Interno Bruto (PIB) do país na ordem de 3%. Ficou entre 0,2 e 0,3%. Estamos aqui trafegando a pista do aspecto econômico. Se pegarmos a próxima bifurcação e entramos nos aspectos relacionados aos direitos humanos, vamos encontrar absurdos bem maiores. Na época do Pan, refresquemos nossas memórias, oficialmente, 1.330 civis foram mortos pela polícia do Rio. Um recorde indígno de qualquer tipo de medalha.

E o que estamos vendo atualmente? A política de "pacificação" dos morros e favelas; remoções arbitrárias das famílias, muitas com prazo de zero dias para desocupar suas moradias (tratamos disso em uma postagem de abril do ano passado, clique aqui para ler); prisões sumárias de civis entre outros eventos, muitos deles parecidos com os que ocorreram também na África do Sul.

Diante do exposto, precisamos ter muito cuidado sobre o que ouvimos por aí em relação aos megaeventos esportivos no Brasil. Não precisamos passar por tudo o que os africanos hoje passam para percerber o que realmente existe nas entrelinhas do discurso oficial.

Olhemos para a história: é pouca coisa para o povo, muita para o capital.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Não queremos só estádios

Ontem se reuniu no hotel Royal Tulip, no Rio de Janeiro, a diretoria do Comitê Organizador Local da Copa de 2014 (COL) e o secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke, para avaliar as visitas realizadas nos estádios e estados que sediarão os jogos do certame. Participou também do encontro o secretário-executivo do Ministério dos Esportes (ME), senhor Luis Fernandes.

Em uníssono, expressões positivas sobre as visitas ecoaram para a imprensa. Com exceção da Arena das Dunas, em Natal, que se encontra com as obras deveras atrasadas e, em função disso, ficará sendo monitorada pela FIFA, "(...) as obras estão indo muito bem, os estádios vão ficar prontos no prazo e o brasileiro vai fazer uma excelente Copa do Mundo. Fiquei muito orgulhoso disso tudo". Palavra do senhor Ronaldo Nazário, ex-Corinthians, dublê de cartola e membro do Conselho de Administração do COL.

Mas antes que nos esqueçamos, a Copa do Mundo não se resume a construção de estádios e o brasileiro, que não desiste nunca, já deu provas suficientes de que é capaz de realizar grandes eventos esportivos. Expressão mais recente disso foi o Pan-Rio 2007 e os Jogos Militares de 2010. O que precisamos saber, ou mais do que isso, ficar atentamente vigilante, diz respeito ao conjunto de outros ganhos possivelmente materializáveis em função, dizem, dos megaeventos esportivos no país e que é traduzido pelo discurso oficial como legado.

A questão que se levanta é, portanto, a seguinte: as obras nos estádios vão relativamente bem. Mas e a chamada mobilidade urbana? Como andam as construções e modernizações dos aeroportos? O que dizer dos portos e da infra-estrutura relacionada ao turismo? As cidades que não serão sede de nenhum jogo oficial da Copa, mas que servirão de lugar para aclimatação das equipes estrangeiras, como estão? E as rodovias federais? Essas e muitas outras perguntas, passados mais de quatro anos do anúncio do Brasil como sede do evento, continuam sem respostas satisfatórias.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Medalha de ouro para o mosquito

No ano de 2007, quando da realização do Pan-Americano no Rio de Janeiro, tintas e mais tintas foram gastas e vozes e mais vozes soaram para nos convencer de que o evento seria a redenção da cidade maravilhosa.

Pois sim. Passados quatro anos do evento, o carioca agora é chamado para enfrentar o que será, segundo o secretário municipal de saúde do município, "a maior epidemia de dengue da história da cidade".

Ainda segundo o secretário, "desde o início do ano foram registrados na capital fluminense cerca de 71 mil casos da doença, com 51 mortos".

Medalha de ouro para o mosquito.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ricardo Teixeira internado


Ricardo Teixeira é internado com dores abdominais e passará noite em hospital do Rio. Enquanto isso, estarei torcendo pela recuperação do futebol brasileiro.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Torcendo por Ricardo Teixeira

Nem tudo está perdido. O dia do sorteio das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, realizado no Rio de Janeiro no último dia 31 e que custou a bagatela de 30 milhões de reais aos cofres públicos foi, também, um dia de protesto.

Entidades diversas e o povo de uma maneira geral gritaram em alto e bom som @foraricardoteixeira. Expressão que ecoou também no Twitter, chegando a alcançar o Trendind Topics, que é a lista onde se configura os assuntos mais comentados nesta rede social.

É pouco? Sim, muito pouco. Mas já é alguma coisa. Nesses 22 anos que o senhor Teixeira ocupa a cadeira da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), nunca o mesmo foi alvo de mobilizações desta envergadura. A sociedade brasileira e, principalmente, os amantes do futebol o querem bem longe da entidade maior que rege essa fantástica expressão nacional.

O Brasil segue mudando. É verdade que ainda preso às suas tradições de mudança dependente, lenta e desigual. Mas segue mudando como demonstram indicadores sociais importantes. Essas mudanças devem atingir todas as esferas da vida cotidiana e a CBF é uma delas.

Vamos continuar tensionando até a corda deste Ricardo Teixeira partir. E como torcedor que sou, torço para que isso ocorra o mais breve possível!

terça-feira, 26 de julho de 2011

FAN FEST: "a gente se liga em você"

Você sabe o que significa FAN FEST? Pois é. É um evento que teve início no ano de 2006 e objetiva agregar os torcedores que não tiveram condições de ingressarem no estádio de futebol para assistir a uma determinada partida da Copa do Mundo. Grandes telões são colocados nas cidades-sedes e os fâs do futebol podem assistir aos jogos.

E daí? Qual o real motivo da pergunta? Bem, o fato é que a empresa que ficará responsável pela organização dos eventos em todas as 12 cidades sedes onde ocorrerão jogos da Copa do Mundo de futebol é a Geo Eventos, empresa criada pela platinada Globo e pelo Grupo RBS. Não se sabe ainda quanto custará esta organização e quanto a Geo Eventos receberá para tanto, mas já dar para se ter uma ideia.
Isso porque a mesma empresa, coincidentemente, será também responsável pela organização do evento onde acontecerá o sorteio das eliminatórias da Copa do Mundo de 2014, evento este que ocorrerá no Rio de Janeiro. Valor do contrato só para este evento: 30 milhões de reais. E detalhe, pagos pela prefeitura e governo do Estado.

Posso tá equivocado e vendo coisa onde não existe nada, mas que é estranho uma mesma empresa, da mesma rede de televisão que tem direito de transmissão do evento, ganhar concessão para a realização de ações relacionadas ao próprio evento, isso é. Nas minhas narinas chega cheiro de tráfico de influência, junto com odores de prevaricação e favorecimento escancarado. Será por isso que o Ricardo Teixeira é intocável pela maior rede de televisão do Brasil? E os patrocinadores do evento, não poderiam pagar esta bolada de 30 milhões? Por que ficar a cargo do dinheiro público?

Só para se ter uma leve ideia do absurdo desta dinheirama para um simples evento de sorteio das eliminatórias de uma Copa do Mundo de futebol (aqui não estou incluindo nenhuma das FAN FEST), o governador do Rio de Janeiro, o senhor Sérgio Cabral (PMDB), precisou gastar, inicialmente, 20 milhões de reais para a construção e compra de equipamentos das 18 Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), sua principal política de combate à violência na cidade.

Os FANfarrões do Brasil continuam a fazerem FESTas com o dinheiro público e a fazerem pouco do povo brasileiro e a presidenta Dilma Roussef e o Ministro dos Esportes, Orlando Silva, a fazerem vistas grossas a tudo isso. E se já não bastasse, preciso ficar lendo coisas do tipo "Cago um montão", "Só vou ficar preocupado, meu amor, quando sair no Jornal Nacional" e "Quanto mais tomo pau da Record, fico com mais crédito com a Globo", entre outros, de um dos donos desse país, o senhor Ricardo Teixeira.

Na minha modéstia e humilde opinião, apenas esses palavrórios de baixo calão e esta atitude arrogante e presunçosa deste senhor, já seria suficiente para chamá-lo às falas. Ele e seus congêneres, como o senhor João Havelange e o senhor Carlos Nuzman. Somadas às denúncias que sobejam sobre esses senhores dos anéis, uma CPI seria pouco.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Plenária Ampliada do Comitê da Copa e Olimpíadas

Por CMI Brasil

Terça-Feira, 19 de julho às 18h
Sindicato dos Metroviários
Av. Rio Branco, 277 ? 4º andar

GRANDE ATO UNIFICADO

Convidamos todos os fóruns, redes, movimentos,comunidades, ocupações, sindicatos, ONGs, academia, estudantes, enfim, todas as entidades, que estão se indignando com o Grande Balcão de Negócios que virou a cidade, onde a população , suas lutas e seus poucos direitos são apenas um detalhe incômodo que precisa ser eliminados ou calados de qualquer maneira, a estarem presentes na construção deste grande Ato.

Parem as remoções e desalojos, pelo Despejo Zero.

Não a privatização da cidade e dos Serviços Públicos.

Pela imediata investigação e punição de todos os envolvidos nos escândalos das empreiteiras.

Faça a sua luta junto com a luta pelo direito a cidade.

A educação, a saúde, a liberdade de expressão, os salários, o direito ao trabalho serão afetados pela realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Temos que reagir a isto!!!!!

Vamos juntar as bandeiras e transformá-las em nossas bandeiras.

COMPAREÇAM e DIVULGUEM LIVREMENTE!!!!!!

Você pensa que a Copa é nossa?

Os governantes falam o tempo todo que a Copa e as Olimpíadas trarão benefícios para o Rio e para o Brasil. Benefícios para quem? O custo de vida e o aluguel não param de aumentar, famílias são removidas das suas casas, ambulantes e camelôs, proibidos de trabalhar.

Mais: eles estão gastando dinheiro público e apresentaram uma lei para não prestar contas depois. Prá piorar, a Fifa, a CBF e o seu presidente, Ricardo Teixeira, organizadores da Copa, sofrem várias denúncias de corrupção. Enquanto os bombeiros, os professores, a saúde e o saneamento são arrochados, bilhões são dados de mão beijadas as empreiteiras e especuladores.

Tudo indica que com a Copa e as Olimpíadas vamos repetir em escala muito maior a história do Pan-americano de 2007: desvio de dinheiro público, obras grandiosas, mas inúteis depois das competições, benefícios só para os empresários amigos do poder e violação dos direitos de milhares de brasileiros.

As remoções de famílias atingidas pelas obras estão acontecendo de forma arbitrária e violenta. Essa situação já foi denunciada inclusive pelas Nações Unidas. Parece democracia, mas a população não é informada nem consultada. Os jogos estão sendo utilizados como desculpa para instalar uma verdadeira Cidade de Exceção, com violação sistemática dos direitos e das leis.

Deste jeito, qual será o legado dos megaeventos? A privatização da cidade, dos espaços e equipamentos públicos, da saúde e da educação? A elitização do futebol e dos estádios? O lucro e os benefícios com isenções e empréstimos subsidiados com o nosso dinheiro para empreiteiras? O lucro da copa é dos empresários, mas a dívida ficará para a cidade e para os cidadãos. Não podemos permitir que as histórias da Grécia e da África do Sul se repitam aqui.

Junte- se a nós! Vamos juntos mudar este resultado, venha lutar.

Venha bater uma bola com a gente no Largo do Machado, dia 30 de julho a partir das 10h.

Remoção zero!

Cidade não é mercadoria!

Não a privatização das terras e recursos públicos, dos aeroportos, da educação e da saúde.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Chegou a vez do baixinho

Parece-me que este ano vai ficar marcado pela mídia esportiva como o ano da denúncia sobre as diversas e diferentes falcatruas que ocorrem no chamado "mundo do esporte", seja por parte de dirigentes, seja por parte de jogadores. E que assim seja.

Depois da retirada do tapete que permitiu que alguns ingênuos esportistas enxergassem a sujeira de nome FIFA sob o mesmo, da matéria exibida pela rede record sobre as atitudes suspeitas do senhor ricardo teixeira, entre outros, agora chegou a vez do conhecido baixinho Romário, ex-jogador de futebol e atual deputado federal pelo PSB do Rio de Janeiro.

Segundo Mario Jorge Lobo Zagallo em entrevista ao SPORTV, Romário "forjou uma lesão na semifinal da Copa América de 1997, na goleada por 7 a 0 sobre o Peru". Será verdade? Qual o motivo? A simples entrada do Edmundo, como faz crer pela continuação do depoimento à rede de televisão citada?

Duas outras perguntas para pensarmos: por que somente agora, Zagallo resolveu tocar neste assunto? Será pelo envolvimento do Romário na busca de explicações sobre os atos de Ricardo Teixeira no sub "mundo do futebol?

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Mr. Teixeira, please...

Série da Jornal da Record investiga denúncias contra o presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa 2014 no Brasil, Ricardo Teixeira. A onda de acusações ligando Teixeira à corrupção iniciou com uma matéria divilgada na BBC. Nesta sexta-feira (24), o deputado federal Romário (PSB-RJ) questionou a demora de Ricardo Teixeira em apresentar explicações.


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Sem copa e sem cozinha

A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que ocorrerão aqui no Brasil já começaram. Aliás, desde que o país consagrou-se como a "bola da vez" dos dois principais megaeventos esportivos do globo, que Estado e Sociedade Civil vem se mobilizando para o seu empreendimento e/ou seu questionamento.

Ponderações de diferentes setores da sociedade, tomando como base experiências históricas de grandes eventos no país, como, por exemplo, o Pan-americano de 2007, realizado no Rio de Janeiro, questiona a necessidade de investir tanto dinheiro público para eventos que beneficiarão uma ínfima parcela da sociedade, isso quando os próprios argumentos não passam a questionar os próprios benefício, já que "gato escaldado tem medo de água fria".
Setores que ponderam no sentido de convencer a população da necessidade dos eventos esportivos, obviamente, rebatem os argumentos contrários. Enfatizam eles os mais diversos tipos de benefícios: melhoria da mobilidade urbana; investimentos em infra-estrutura; por exemplo, nos aeroportos; ampliação do turismo; incentivo à prática esportiva, de onde se alega um aporte de benefícios indiretos para outros setores sociais, como a saúde e a educação, entre outros.

Se o debate, ora em curso, depender da Organização das Nações Unidas (ONU), novos argumentos irão fortalecer grupos sociais que questionam os megaeventos nacionais. Isso por que, a despeito da necessidade de agilização das ações de viabilização do evento, atrocidades estão sendo acometidas à população mais humilde, e elas não tem relação alguma com saúde e educação. Ao contrário. Trata-se de impedir que o sujeito tenha garantido um dos seus direitos mais básico: a moradia.

Raquel Rolnik, relatora especial da ONU, em artigo escrito no sítio do yahoo! nos alerta que várias autoridades estão descumprindo acordos importantes, definidos internacionalmente, ao praticarem remoções de moradores de maneira arbitrária e sem os devidos cuidados impostos por lei, violando direitos humanos fundamentais. (Leia o artigo clicando aqui).

Existem absurdos, tal como o relatado pela revista Carta Capital da semana passada, em que famílias são comunicadas sem tempo para organizar o seu desalojamento, se é que isso é possível. Diversos moradores recebem a notificação de desapropiração da área com um prazo máximo de "zero dia(s)". (Ver imagem ao lado).

São moradores que vivem na comunidade há mais de 20, 30 anos e sofrem todo esse transtorno para dar passagem as obras que foram prometidas como contrapartida para a realização dos eventos esportivos. Tudo perfeitamente justificado pelas manobras ideológicas via discursos lacunares sobre melhoria da qualidade de vida, oportunidade de emprego, geração de renda, entre outros. "Na avaliação de Maria de Lourdes Lopes, coordenadora do Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM), os megaeventos estão sendo usados como desculpa para expulsar os pobres para as áreas periféricas da cidade". E não pense que isso vem ocorrendo apenas com moradores de comunidades sem regulação fundiária. Ainda segundo a mesma coordenadora, ouvida pela reportagem da Carta Capital, (que pode ser lida na íntegra clicando aqui), "Mesmo bairros que já passaram por processos de regularização fundiária (...), estão sendo alvo de desapropriações. O governo quer ocultar a pobreza do turista, maquiar a cidade para inglês ver".

São por essas e outras que passamos a questionar o sentido e o significado de grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Eventos, inclusive, que não foram discutidos amplamente com a sociedade, que fazem parte de um desejo de grupos que parecem mandar no destino do país e do seu povo, que tem seus direitos violados por organismos do Estado que deveriam garantir e ampliar os mesmos.

Até quando?


sábado, 22 de janeiro de 2011

Informação para ampliação da vida

Nunca estivemos tão perto e tão distante uns dos outros. Já li e ouvir isso em algum lugar. Assim como também já li e ouvir sobre a existência de uma nova sociedade, interligada ou ligada em rede. Nos dizem e explicam que estamos vivendo um revolução comunicacional e que, portanto, está emergindo uma sociedade da comunicação, da informação. O planeta terra, repaginado, se transformou em um "planeta mídia".

Embora discorde dos fundamentos teóricos explicativos desta tal sociedade da comunicação, informação e outros adjetivos que explicam pouco sobre a base estrutural da qual se produz e reproduz as formas sóciometabólicas das relações sociais contemporâneas, sempre e cada vez mais complexas e contraditórias, não posso deixar de considerar a existência de novos meios, artefatos, tecnologias entre outras denominações, que  nos permitem um alcance quase ilimitado entre as pessoas, fazendo com que a informação percorra em átimo de segundos, diferentes partes do globo terrestre.

Foi dessa forma que várias pessoas no mundo ficaram sabendo quase ao mesmo tempo, da contratação milionária em uma semana do Kaká e, na outra, do Cristiano Ronaldo pelo Real Madri, no ano de 2009. Tudo foi tão rápido e homogêneo, como deve ser para impactar o produto a ser vendido, que quase se confunde uma com a outra.

Aqui nos trópicos, recentemente, tivemos também uma experiência muito parecida em relação ao impacto informacional da contratação de um craque do Mila. Ou ex-craque. Logo saberemos. Seu nome? Ronaldinho Gaúcho. Foi posto à leilão. Quem dava mais? Palmeiras? Corinthians? Grêmio? Flamengo? Todos os torcedores ficavam sendo informados pelos novos mecanismos de comunicação a cada passo dado pelos dirigentes das diferentes agremiações. Não faltaram coletivas à imprensa. O Palmeiras não tem mais interesse? Explicações eram dadas. O Grêmio desistiu? Mais coletiva com toda a imprensa em cadeia nacional de rádio e tv. Não faltaram as "twitadas", os orkuts, o facebook entre outros. Todos queriam ser informados e ser informantes. Democracia total no processo comunicacional.

Infelizmente, o mesmo processo informacional que semanas antes da tragédia ocorrida no mesmo estado do Rio de Janeiro, que saudou o craque Ronaldinho Gaúcho - pois o Flamengo se saiu bem no leilão - não foi acionado para salvar as vítimas da hecatombe na região serrana do Rio. Estamos a contar os mortos que podem chegar a 1.000.

O sociólogo e jornalista Laurindo Lalo Leal Filho(LF), publicou no site Carta Maior no dia 13 do corrente mês um artigo intitulado "Tempo como serviço, não como espetáculo", onde questiona o papel das redes de televisão que não tiveram a sensatez de comunicar ao povo das cidades serranas e outras, afetadas pela chuva, como em Minas Gerais, por exemplo, a ocorrência de grande quantidade de chuva. Diz ele em um trecho do artigo:  "Quantas vidas não poderiam ter sido salvas se, em vez colocar no ar o Ratinho ou o Big Brother, as emissoras tivessem avisado à população de que fortes chuvas estavam previstas para a serra fluminense na noite anterior à tragédia, com instruções dos poderes públicos sobre como agir". (LF)

Essas redes de televisão, afeitas ao espetáculo para alavancar audiência, poderiam fazer com um alcance gigantesco, o que foi feito em uma cidade, que não me recordo do nome agora, onde soubemos que foi afetada pela chuva mas sem vítimas, simplesmente por ter se utilizado de um serviço de alto falante acoplado em um carro.

Mais de vinte mil pessoas foram à sede do Flamengo, na Gávea, recepcionar Ronaldinho Gaúcho. Um número equivalente aos processos informacionais que mobilizaram as emoções dos torcedores de diferentes classes sociais. Uma ação de mídia, que não precisaria ser tão equivalente assim, poderia não salvar todos, mas com certeza a tragédia ocorrida na região serrana seria muito menor.

"Furacões violentos que varrem o Caribe todos os anos causam grandes estragos materiais em Cuba, mas pouquíssimas vítimas. Simplesmente porque as autoridades estabelecem planos precisos para a retirada da população das áreas criticas e a orientam através do rádio e da TV, com razoável antecedência, sobre as medidas que devem ser tomadas." (LF)

A ocorrência de chuvas, enchentes no sudeste, no centro-oeste é problema datado, assim como secas e estiagens no nordeste do país. É de conhecimento notório do poder público que deve se organizar para estabelecer um planejamento que evite essas catástrofes que vitimam centenas de milhares de pessoas todos os anos.

Quem sabe o poder público não aprenda com os marketeiros esportivos que sabem muito bem impactar, mobilizar as emoções do povo para os seus objetivos comerciais e consiga fazer que as informações não sirvam única e exclusivamente para a espetacularização da vida, mas, em respeito a ela, sirvam, sobretudo, para a sua manutenção e ampliação.

domingo, 28 de novembro de 2010

A violência olímpica!!!

Automóveis e ônibus incendiados no Rio de Janeiro por supostos traficantes. Duas meninas, uma de 13 e outra de 16 anos decapitadas por prováveis marginais em Salvador. Quando não são estes a provocarem desordens, eis que temos a polícia como protagonista. Seria marginal ou traficante o policial que matou o menino Joel Castro, de apenas 10 anos de idade, no bairro do Nordeste de Amaralina, na soterópolis de todos os santos, encantos e axés?

Rio de Janeiro. Cidade Maravilhosa? Salvador. Terra da Felicidade? Em uma e em outra a expressão concreta da falência do Estado burguês, da forma como nós produzimos e reproduzimos a nossa existência, do modelo excludente no qual se desenvolvem as políticas em suas diversas e diferentes facetas, materializadas na parceria híbrida entre o público e o privado.

Me respondam, por favor. Qual a grande preocupação do momento? A falência do Estado já aludida? O cerceamento da liberdade ir e vir? A morte de inocentes nessa guerra urbana? Não. A preocupação lá na ex-cidade maravilhosa e que se expraia para todo o país é se o Brasil, com todos esses problemas que estão sendo vistos por todo o mundo via jornais, televisão, internet entre outros, realmente vai poder realizar a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. Tergiversando, paralelamente a esta preocupação, aparece a capacidade da maravilhosa ex-cidade, atual campo de guerra, de acolher os turistas.



Parece piada, mas é tragédia por várias vezes anunciadas e realizadas. E o pior, cedo ou tarde se repetirá, se nada concretamente for feito. E não estou falando de mais polícia, exército na rua nem, tampouco, das UPPs (Unidades de Policiamento Permanente).

E sobre o Joel, o menino de dez anos que sonhava em ser capoeirista, tal como o seu pai e a decapitação das meninas, o que o desfecho destes trágicos episódios nos ensina? Que a Bahia, assim como o Rio de Janeiro e todo o Brasil, caminha sob a barbárie, alimentando e retroalimentando o "ornitorrinco", se desenvolvendo de forma desigual e dependente.

Há quem tire, dessas tragédias, gracejos, exposição cruel do tão propalado espírito esportivo que nós, brasileiros, temos como ninguém e que nos ajuda a suportar as agruras do dia a dia. Dizem por aí que pelo menos seremos exitosos nos esportes de corrida, principalmente os cem metros rasos. Obteremos sucesso também na modalidade de tiro, esporte que há mais de 90 anos não conseguimos sucesso.

Ganharemos muitas medalhas de ouro e teremos, portanto, motivos para celebrar, festejar, tal como fizemos em plena copacabana da então cidade maravilhosa quando do anúncio do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2014. Acreditaremos, mais uma vez que tudo vai dar certo, pois este é um país que apesar dos pesares - e bota pesar nisso - dorme-se muito bem no chão frio, sob marquises em noites geladas e inúteis cobertores e come-se em pratos de ouro com talheres de prata.

Enquanto isso, Joel Castro e as meninas Janaína Brito Conceição e Gabriela Alves Nunes se somarão a muito outros "joeis", "janaínas" e "gabrielas" e engordarão os frios números das estatísticas sobre a violência brasileira.

Mas quantas medalhas seremos capazes de ganhar nas Olimpíadas mesmo?

domingo, 7 de novembro de 2010

Abra o olho, Dilma.

Dilma Rousself venceu. Os prognósticos se confirmaram e teremos após passada a primeira década do século vinte e um, o Brasil, o maior país da América Latina, governado por uma mulher.

Para chegar até aqui, Dilma precisou conquistar não só os votos dos eleitores, mas, também, disputar uma batalha contra o preconceito, o obscurantismo, a vilania, os factóides e tudo o que há de mais baixo em um processo de disputa. Até bolinha de papel virou um “pertado de dois quilos”, segundo depoimento do Vice do candidato derrotado à presidência da república, José Serra, o senhor Índio da Costa.

Diante de tantas coisas periféricas, muitos elementos centrais para o desenvolvimento da nação ficaram por ser dito. Dentre esses elementos temos o que diz respeito a gestão esportiva nacional. Como será, no governo de Dilma Rousself, desenvolvidas as políticas de esporte e lazer? Teremos mudanças substantivas? O povo de uma maneira geral terá acesso aos bens da cultura corporal produzidos ao longo destes milênios? Ou, simplesmente, teremos mais do mesmo?

Alguns desavisados podem imaginar que isso não é importante para o país, que existem outras necessidades sociais mais emergentes como a questão da habitação, violência, educação entre outros. O esporte e sua vivência é artigo de luxo e, como tal, não deve ser priorizado.

Para esses, enfatizo que o nosso país se credenciou para abrigar vários eventos esportivos importantes como os já sabidos Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, entre outros e que, no mínimo, a presidente eleita deve sim se preocupar com isso, para que mais uma vez e novamente o dinheiro público não seja canalizado pelo ralo da improbidade administrativa, gestão fraudulenta e enriquecimento ilícito entre outros, elementos que vem sendo sobejamente evidenciados pelo Tribunal de Contas da União quanto mais ele se debruça e se aprofunda sobre o Pan-Americano realizado no Rio de Janeiro em 2007.



Aliás, alguns gestores do Pan-2007, certo da impunidade das suas ações, continuam agindo em benefício próprio, se aproveitando das Olimpíadas que acontecerão no Rio em 2016, conforme nota publicada em 22 de outubro no Blog do Cruz. Estão de olhos gordos no montante de 27 bilhões de reais que o governo federal tem só para o evento Rio-2016. É muito dinheiro, mas com certeza, insuficiente para o apetite voraz dos “senhores dos anéis”.

São por essas e outras que se torna fundamental um programa substantivo, transparente e amplamente democrático para os próximos anos do governo federal no tocante ao esporte nacional e a ausência deste no debate político entre os principais candidatos à presidência do maior país da América Latina que se quer potência olímpica foi lastimável.

Cada centavo destes bilhões iniciais é meu, é seu, caro leitor, é nosso! Devemos ter conhecimento da aplicação destes e, por que não, ser consultado sobre o horizonte do seu investimento. Se sirvo para eleger um presidente, senador, deputado, prefeito, vereador neste país, por que não sirvo para opinar sobre o destino do meu dinheiro?

Abra o olho, senhora presidente. Se deixares os mesmos “esportistas” que geriram o esporte nesses últimos anos onde e como estão, estarás abrindo a caixa de pandora, com agravante perda da esperança.