Mostrando postagens com marcador patrocínio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador patrocínio. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Botões que lêem

Meus botões perguntam: quantos são os clubes de futebol patrocinados pela Caixa Econômica Federal? Quanto de dinheiro existe envolvido aí? Aliás, quanto é investido, pelas estatais, no esporte de rendimento de uma maneira geral? Qual a contrapartida para o estado nacional?

Perguntas de botões que lêem

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Patrocínio desigual

A Caixa Econômica Federal vem colocando a sua marca em diferentes times no atual campeonato brasileiro.

Diferente também é o valor que o banco estatal paga às agremiações. O Esporte Clube Vitória, por exemplo, que não deve nada a ninguém, estando, enquanto empresa, isento de obrigações trabalhistas entre outras, recebeu 6 milhões. Um milhão a mais do que gasta por mês para manter o clube.

Já o Flamengo, time do Rio de Janeiro que deve apenas à duas pessoas, deus e o mundo, e que tem uma dívida que alcança a cifra dos 300 milhões, foi agraciado pela Caixa com 30 milhões de reais.

E assim caminha o futebol, expressando as desigualdades regionais no contexto dos patrocínios igualmente desiguais.

domingo, 21 de abril de 2013

Brasil olímpico?

Vários são os casos relatados de atletas que obtiveram sucesso em diferentes competições, ganharam visibilidade na mídia mas que, passado um tempo, encontram-se abandonado pelo poder público.

No que pese a defesa deste blog de que devemos lutar pela universalização do esporte, que o mesmo seja um fenômeno para todos e não apenas para poucos, não podemos deixar de considerar muito estranho o fato de um atleta com grande potencial olímpico, justo no contexto em que o governo federal divulga a intenção do Brasil em se tornar uma potência olímpica, está sem apoio algum do estado para desenvolver o seu treinamento.

Arthur Zanetti, medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres, conquistando o lugar mais alto do pódium na competição masculina das argolas, pode passar a treinar por outro país, já que o Brasil não oferece estruturas adequadas para que o mesmo desenvolva todo o seu potencial.

O fato demonstra o outro lado da moeda. Se atletas como Zanetti, representante do Esporte de Rendimento, encontra-se nesta situação, imagine como não deve está os chamados esportes de base? Se pensarmos naqueles direcionados para  o tempo livre, aí então, teremos a real dimensão de como o esporte é tratado pelo estado, apesar de todo o discurso sobre lazer, educação, saúde, inclusão, etc, que gira em torno do fenômeno esportivo.

Uma lástima.

terça-feira, 5 de março de 2013

Lúcido Saldanha

Um artigo do ex-jogador Afonsinho, escrito na revista Carta Capital número 737, página 88, nos faz lembrar de duas pérolas do grande técnico de futebol  João Saldanha. São elas:

João Saldanha observando um jogo de futebol
[Sobre patrocínios nas camisas dos clubes]: "Nesse caminho o uniforme dos jogadores vai ser igual ao dos pilotos de Fórmula 1".

Sobre os clubes se tornarem empresas: "qual torcedor que vai torcer por um balancete?".

Inspirado nessas duas sacadas que expressam a lucidez do nosso João Saldanha, transcrevo abaixo uma outra em homenagem aos meus irmãos e irmãs baianos. Dizia ele em relação a tradição dos clássicos nacionais:

"Se macumba ganhasse jogo, campeonato baiano terminava empatado".

sábado, 11 de agosto de 2012

Sobre a Nike


"A Nike tem contrato com 731 fábricas, todas em países subdesenvolvidos. Nessas fábricas trabalham pouco mais de meio milhão de pessoas, em condições sub-humanas considerada escravidão. Na Ásia, a idade mínima regularizada pela ONU para trabalhar nas fábricas é de 14 anos. As crianças chegam a ganhar menos de U$ 0,20 por hora. Reportagem de: Giuliano Pedroso
Apesar de nossas contradições...pois vivemos nesse sistema e não há como ser extremista e deixar de usar os produtos das multinacionais que estão por toda parte, é preciso se posicionar e fazer com que os direitos humanos prevaleçam de fato! Não se enganem: ainda existe trabalho escravo; ainda existe exploração do trabalho infantil; ainda existe muita coisa errada neste mundo que nossos olhos não querem enxergar." (PEDRO TATU)