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sábado, 21 de dezembro de 2013

De volta ao começo

Depois de quase dois meses inativo por problemas operacionais, para não dizer sabotagem, já que fui ameaçado por um tal de "Karim", que não gostou da minha última postagem onde critico uma mensagem publicitária veiculada pelo Conselho Regional de Educação Física de Minas Gerais, estamos de volta.

A intolerância expressa nos xingamentos e impropérios  deste "senhor" não foi suficiente para acabar com um projeto, tímido pelo seu alcance mas enorme pelos seus propósitos de democratizar as informações, conhecimentos, opiniões e tudo o mais que envolve esse fascinante fenômeno social que é o esporte.

Esses dias "parados" me fizeram refletir muito. Cheguei até a adquiri uma outra página, desta vez paga, para dificultar qualquer tipo de sabotagem futura e estava trabalhando nela para começar a publicar em janeiro próximo. Continuo pensando nesta possibilidade e o tempo e os acontecimentos serão meus conselheiros. Eles dirão o que é melhor para o momento.

Muitas outras coisas no âmbito específico do esporte também aconteceram:

1) Trabalhadores continuam sendo mortos nos acidentes de trabalho ocorridos nas "arenas";

2) O dinheiro público continua escoando para os caixas das empreiteiras. Caso da prefeitura de São Paulo que liberou R$ 159 milhões em incentivos fiscais para a construção do Itaquerão;

3) Na Bahia, R$ 6 milhões e 400 mil foram bancados pelo Estado para a realização dos sorteios dos jogos da Copa 2014. O que choca frontalmente com o contingenciamento de verbas para as universidades estaduais;

4) A suposta virada de mesa do Fluminense. Atitude que parece está animando o Vasco da Gama;

5) A derrota do Atlético Mineiro no mundial de clubes;

6) A democratização incompleta do Esporte Clube Bahia, que insisti em divulgar os nomes dos componentes das suas diretorias mas não o dinheiro que tem no caixa;

7) A não democratização do Esporte Clube Vitória;

8) A venda e compra de jogadores, demonstrando mais uma vez o quanto o esporte virou mercadoria e o talento dos atletas commodities;

9) O desconhecimento do torcedor do seu estatuto, mais uma demonstração da nossa menoridade cidadã;

10) O handebol feminino do Brasil na final do mundial;

11) entre outros.

Como podemos observar, temas não faltaram e nem faltarão. E muitos dos elencados são ainda passíveis de reflexões.

Tenham a certeza de que serão. Estamos de volta!!!

domingo, 20 de maio de 2012

Cadê os patrocinadores?

No jogo do Corinthians contra o Fluminense, hoje, pelo campeonato brasileiro chamou minha atenção a ausência de marcas na camisa do alvinegro. Acostumado a era Ronaldo "Fenômeno", onde a camisa estava recheada de marcas dos patrocinadores, vê apenas o risco da Nike e o nome da escola de inglês Fisk na camisa me causou estranheza.

Será que vai ficar assim até o final do campeonato? Esperar para ver.

Profissionalismo

"O profissionalismo é um processo resultante da substituição dos princípios idealistas pelos utilitaristas entre as classes moças. É uma desgraçada avalanche que ameaça os alicerces morais de todas as organizações esportivas do mundo".
(Marcos de Mendonça, 1932, goleiro e craque do Fluminense dos anos 10) do século XX.