segunda-feira, 15 de junho de 2015

Contextualização

Copa América sendo realizada no Chile. Uma excelente oportunidade para o professor de educação física, ao organizar sua aula, abordar o tema da ditadura civil-militar que ocorreu na América Latina e como o futebol, por exemplo, participou desse processo.

Sem esquecer, obviamente, do atual momento em que vive essa modalidade esportiva no mundo.

Enfim. O que não falta é elemento para contextualizar a aula para além dos aspectos táticos e técnicos, que também são importantes, da dimensão esportiva.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Neymar e o drible

Era só o que estava faltando. Neymar precisar de autorização para poder driblar.

Voz é voz

O que fez a FIFA rejeitar a proposta da Record de 180 milhões de dólares por Copa (2010 e 2014) e aceitar a da Globo (100 milhões pelo evento em 2010 e 120 milhões pelo de 2014)?.

Não tenho dúvida alguma: a voz do Galvão Bueno.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Capital, corrupção e futebol

A entrada e ampliação do capital financeiro no futebol é diretamente proporcional ao fenômeno da corrupção que há muito vem sendo denunciada por diversos profissionais do ramo.

Por que só agora?

Retirada o esporte.ig.com.br
Se existe algo que surge invariavelmente nos nossos argumentos, explicitamente ou não, é o tal "complexo de vira-lata", termo criado pelo dramaturgo, escritor e cronista esportivo Nelson Rodrigues, para designar, segundo ele mesmo, o sentimento de “inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. Isto em todos os setores e, sobretudo, no futebol”.

Eis que mais uma vez esse sentimento aparece e, não por acaso, vinculado ao futebol. Refiro-me a prisão dos cartolas do futebol mundial, incluindo brasileiros, feita pela polícia federal estadunidense e a repercussão dessa ação aqui no Brasil, eivadas, nos comentários, de sentimentos de inferioridade.

A tônica é de infelicidade, tristeza ou algo parecido porque foi preciso uma insatisfação dos Estados Unidos para que houvesse uma atitude contundente contra a maior Federação esportiva ligada ao futebol. Outros até partidarizam a peleja, afirmando que só mesmo nos Estados Unidos para que um simpatizante do tucanistão nacional fosse tocado, se referindo ao senhor José Maria Marin.

De minha parte, se humilhação houve, toda a Europa, América Latina e a África, entre outros, todos eles, juntos e misturados, devem assim se sentirem, pois são expressões muito mais robustas do futebol que se pratica no mundo, cuja exceção é, justamente, os Estados Unidos da América.

Em função disso, uma pergunta me acompanha desde ontem: por que os Estados unidos, depois de tantos anos de denúncias e mais denúncias contra a FIFA e seus braços esportivos no mundo todo, justamente agora, resolveram agir?