Mostrando postagens com marcador #vasco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #vasco. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Vasco empata com o Mirassol e permanece na zona de rebaixamento

Por Arquibaldo Geraldino dos Santos 

26 de julho de 2026   


O empate entre Vasco e Mirassol ( 1 a 1) na noite deste sábado, 25 de julho, em São Januário, pela vigésima rodada do Campeonato Brasileiro, foi um péssimo resultado para as pretensões do Vasco de permanecer na primeira divisão da competição sem sofrer sustos na reta final. Foi a primeira partida do segundo turno e, mesmo faltando dezoito rodadas para o fim da competição e com alguns clubes jogando um futebol de baixo nível, o Vasco não consegue transmitir esperança e confiança para seu torcedor. 

É verdade que os problemas extra-campo atrapalharam o planejamento da equipe durante a parada para a Copa do Mundo. Também é verdade que a equipe não tem dinheiro para fazer grandes contratações e as que foram feitas no início da temporada não surtiram efeito positivo. O mesmo acontece com remanescentes da última temporada. O resultado é uma equipe fraca tecnicamente, taticamente e fisicamente. O Vasco não tem controle emocional, capacidade de reação e, obviamente, confiança. 

Acreditar em uma mudança de comportamento e em uma evolução a curto prazo é muito difícil. Principalmente porque o tempo para adaptação de possíveis reforços e de construir ou montar um modelo de jogo capaz de ser competitivo e somar pontos é curto. Sabemos que no futebol tudo pode acontecer e, quando observamos a tabela de classificação e a qualidade de outras equipes, duas ou três vitórias e uma combinação de resultados pode fazer com a equipe dê um salto na tabela e, fora da zona de rebaixamento, recupere a confiança e termine a temporada sem que seus torcedores tenham a necessidade de fazer cálculos e projeções otimistas. 


O empate com o Mirassol foi a fotografia de um Vasco desorganizado, sem jogo coletivo e sem jogadores capazes de fazer algo diferente. O sistema defensivo - Puma Rodriguez, Carlos Cuesta, Robert Renan e Cuiabano depois Lucas Piton - não conseguia marcar, os laterais ofereciam espaços e levavam desvantagem no um contra um. O meio-campo com Barros, Tchê Tchê e Ramon Rique foi envolvido pelo meio-campo do Mirassol e demonstrou uma enorme incapacidade de marcar e construir. Os três meio-campistas que iniciaram a partida foram substituídos. Rojas entrou no lugar de Barros, Nuno Moreira entrou no lugar de Tchê Tchê e Jair entrou no lugar de Ramon Rique. Sem um meio-campo criativo e insistindo na bola longa, os atacantes - Adson, Spinelli e Andrés Gomez - ficaram reféns da marcação e, as poucas jogadas que levaram vantagem, as tomadas de decisão foram equivocadas e sem qualidade. David entrou no lugar de Adson. 

Por fim: acho cedo pata cobrar do técnico Pedro Emanuel uma definição tática, um jogo coletivo com encaxes na marcação associado com aproximação e troca de passes. Um sistema de jogo que esbarra na falta de qualidade técnica do atual elenco.

domingo, 30 de junho de 2024

Ex-árbitro bate martelo em lance polêmico de Vasco x Botafogo

O clássico entre Vasco e Botafogo ficou marcado por um lance polêmico no primeiro tempo, em São Januário. Hugo Moura acertou a canela de Tchê Tchê e não foi advertido por Ramon Abatti Abel. Comentarista de arbitragem da ESPN, Leonardo Gaciba analisou a jogada.

- Dá para perceber olhando o replay que o Hugo, depois de chutar a bola, tem um movimento continuado com a perna e atinge a canela do Tchê Tchê. Na minha opinião, é uma entrada temerária. Deveria ser punida com tiro livre indireto e cartão amarelo - começou.

- Não é jogo brusco grave, por conta da intensidade e pelo contato, que foi feito com a parte lateral do pé. Não é uso de força excessiva, que configura cartão vermelho. O VAR age corretamente ao não chamar o Ramon Abatti Abel para a revisão - completou Gaciba.

O lance teve grande repercussão nas redes sociais e torcedores do Botafogo ficaram revoltados com a decisão do árbitro. O Alvinegro abriu o placar no segundo tempo, com o zagueiro Bastos, mas o Vasco chegou ao empate na reta final de jogo, com o atacante Vegetti.

terça-feira, 25 de junho de 2024

Corinthians retoma conversas para anunciar um dos principais treinadores do futebol brasileiro

O Corinthians, conforme divulgado na semana passada, está em busca de um novo técnico, com diversos nomes sendo especulados. Ainda ontem, por exemplo, o nome de Fernando Diniz ganhou força na equipe.

O treinador foi demitido do Fluminense e está oficialmente livre no mercado, com o Timão, junto de Vasco e Athletico Paranaense, sendo os clubes que almejam sua contratação.

No entanto, hoje (25), o nome de outro badalado treinador do futebol brasileiro voltou a ganhar força no time de Itaquera. Trata-se de Fábio Carille, que, ao que tudo indica, já conversa para retornar ao clube.

Isso porque, segundo repercussão do perfil Se Liga Fiel, o jornalista Samir Carvalho revelou que o Corinthians retomou as conversas para contratar o treinador santista. A ideia é que o mesmo assuma a vaga de António Oliveira.

Samir ainda foi além e, de acordo com o perfil, ressaltou que Fernando Diniz também está na pauta, tratando ambos os técnicos como alvos do clube alvinegro. Entretanto, a situação de Carille parece ser mais concreta, embora não esteja avançada.

Vale ressaltar que, foi justamente no Corinthians que o treinador conquistou o principal título de sua carreira como treinador: o Brasileirão de 2017, último grande título do Timão.

Pelo Santos, nesta temporada de 2024, Fábio Carille conquistou 16 vitórias, dois empates e nove derrotas em 24 partidas sob o comando da equipe da Baixada.

sexta-feira, 21 de junho de 2024

Felipão pode assumir gigante do Brasileirão

Aos 75 anos, o técnico Felipão volta a ser assunto na imprensa brasileira. Ele, que, há alguns dias, falou sobre os tempos em que comandou Cristiano Ronaldo, pode estar voltando à beira dos gramados.

Isso porque, após uma passagem ruim pelo Atlético Mineiro, o treinador, que para muitos, está entre os maiores do Brasil, vem ganhando força em um dos principais times do país.

De acordo com informação divulgada pela RTI Esportes na noite desta quinta-feira (20), o veterano é um dos nomes tratados como opção para assumir o Vasco. O time cruzmaltino demitiu Alvaro Pacheco há algumas horas e já busca um novo nome.

Felipão é, segundo a fonte, uma das únicas três possibilidades avaliadas por Pedrinho para assumir o Gigante da Colina. O presidente entende que, neste momento, o time precisa de um nome de peso e que aguente a pressão.

Vale ressaltar que, atualmente, o Vasco ocupa a 17° colocação do Brasileirão e está na zona de rebaixamento do torneio. Em virtude disso, a diretoria tem pressa para definir a situação referente ao comando da equipe.

Matéria retirada do MSN

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Vasco da Gama segue o mesmo caminho dos últimos anos

Por Riva / 20 de junho de 2024 / quinta-feira / 00h58

A temporada 2023 foi desastrosa, mas, à duras penas, o Vasco da Gama conseguiu permanecer na Série A do Campeonato Brasileiro. A esperança que a temporada 2024 seria diferente era muito grande – principalmente por causa da chegada de Pedrinho na presidência do clube.

Mas, infelizmente, os fantasmas do passado recente permaneceram e o clube iniciou a temporada 2024 com problemas administrativos, sem dinheiro e sem um elenco capaz de terminar o Campeonato Brasileiro distante da zona de rebaixamento.

Pedrinho, presidente do Vasco, está travando uma verdadeira batalha contra a 777 – SAF que deveria honrar os compromissos firmados com o clube. Ele (Pedrinho) está trabalhando muito para que a 777 faça o pagamento das dívidas feitas por eles e que saiam do controle do futebol do clube. Acho difícil. Tudo indica que as divergências só serão resolvidas na justiça.

Sem recursos financeiros para montar um elenco qualificado e minimamente competitivo, o clube está com um péssimo aproveitamento no Campeonato Brasileiro. São 7 pontos em 10 jogos disputados (2 vitórias, 1 empate, 7 derrotas, saldo negativo de 14 gols e 23% de aproveitamento).

A derrota para o Juventude por 2 a 0 pode ter sido a última partida do técnico Alvaro Pacheco. Concordo que o time não vinha bem, mas, com Alvaro Pacheco, o time involuiu.

O time não tem padrão tático, o sistema defensivo acumula muitas falhas individuais e coletivas, o meio-campo é improdutivo e o ataque não assusta nenhuma defesa. Não serve como desculpas, mas os desfalques de Vegetti, Payet e Praxedes fazem uma enorme diferença em um elenco limitado tecnicamente e que já não pode contar com Jair e Paulinho a muito tempo.

Não serei leviano em dizer que existe má vontade dos jogadores, mas, a falta de competitividade durante as partidas é inexplicável e assustadora.

Números de Alvaro Pacheco no comando técnico do Vasco da Gama: 4 jogos, 1 ponto conquistado, 10 gols sofridos, 1 gol marcado.

A sequência de jogos do Vasco da Gama é a seguinte: São Paulo no Morumbis, Bahia na Fonte Nova e Botafogo em São Januário.

Siga a nossa página no Instagram - @rivelinosantosrocha 


quinta-feira, 23 de março de 2023

Torcidas organizadas, Estado, violência e a necessidade de um debate não maniqueísta

 Por Rafael Bastos

As cenas de violência que antecederam o clássico carioca Flamengo x Vasco, no domingo 05 de março do presente ano, trouxeram, mais uma vez, as torcidas organizadas (TOs) de times de futebol, para as capas dos nossos jornais.

O senso comum tende a rotular tais organizações como marginais. Este processo, por um lado, vem sendo alimentado pela própria ação das respectivas torcidas, mas muito fortemente pela imprensa e pelo poder público, como o judiciário, o Ministério Público e a Polícia Militar. Trato, neste texto, sobre um pouco da complexidade das TOs, a insuficiência deste tipo de olhar hegemônico e sobre o fracasso persistente das ações estatais.

Na posição de admirador do futebol e curioso sobre o assunto, também integro movimentos de torcedores. Uma coincidência inusitada me levou a vivenciar, de perto, um pouco dos bastidores da confusão fluminense, que agora compartilho de um modo reflexivo.

No dia 01 de março, ocorreu, em Nova Iguaçu, o confronto entre a equipe de mesmo nome da respectiva cidade da baixada contra o colossal Esporte Clube Vitória. A partida válida pela primeira fase da Copa do Brasil acabou, infelizmente, com uma emboscada de torcedores do Vasco contra integrantes da torcida do Vitória e membros de uma TO do Flamengo e aliada do Vitória.

Por conta da participação no jogo, nossa representação de torcedores, fez contato prévio com o policiamento local. No dia da partida, notamos uma baixa presença deste órgão de segurança pública. Algo até razoável, a priori, uma vez que não há histórico de atrito entre as torcidas do Nova Iguaçu e do Vitória. Todavia, após o trágico episódio, concluímos que houve falha no policiamento, à medida que foi compreendida a dinâmica do ataque e percebendo a quantidade de pessoas mobilizadas, no final da partida, de fora do Estádio se deslocando ao nosso encontro.

 

Posteriormente, as notícias sobre o episódio foram categóricas, na sua maioria, ao apontar que torcidas protagonizaram uma confusão. Porém, vivenciando o processo de perto, ficou evidente que as manchetes foram insuficientes para relatar a dinâmica do confronto.

Voltando ao clássico carioca, do dia 05 de março, muitos grupos de torcedores foram alertados, via redes sociais, sobre a possibilidade de embates entre vascaínos e flamenguistas. No próprio dia da partida, a movimentação na cidade, em múltiplos pontos, evidenciou que a organização dos torcedores para àquele jogo estava vários tons mais acirrados do que o de costume. A tragédia anunciada se confirmou com uma morte, brigas intensas perto do Maracanã, nos sistemas de transporte e em alguns bairros mais distantes, como Madureira.

 

Rapidamente, as principais TOs do Vasco (Força Jovem) e do Flamengo (Raça Rubro-Negra e Jovem Fla) publicaram, nas redes sociais, notas explicando os procedimentos adotados por eles junto ao Batalhão Especializado em Policiamento de Estádios (BEPE). Houve uma convergência no entendimento de que nos locais onde o BEPE estava próximo, não ocorreram confrontos, mas que os participantes estranharam algumas mudanças na linha de ação do BEPE, como o reposicionamento dos locais de acesso para cada torcida. Também alegaram falta de policiamento, em alguns pontos estratégicos, próximos ao Maracanã. Diante da minha experiência prévia e lendo a situação, tendo a concordar com os discernimentos das torcidas mencionadas.


(Continue lendo o artigo clicando aqui)

segunda-feira, 20 de março de 2023

Vasco e Flamengo fizeram um jogão

Por Riva

1) Depois de duas partidas decisivas e desgastantes fisica e mentalmente - Flamengo 3 x 2 Vasco na segunda-feira (13) e a eliminação da Copa do Brasil para o ABC na quinta-feira (16) - o Vasco entrou em campo na noite deste domingo (19) para enfrentar o Flamengo. A vitória do Flamengo por 3 a 1 carimbou o passaporte da equipe Rubro-Negra para disputar a final do campeonato carioca de 2023 contra o Fluminense. 

2) O Flamengo iniciou a partida com as linhas altas e pressionando a saída de bola do Vasco com Arrascaeta e Pedro pelo meio, Gabigol pela direita e Ayrton Lucas pela esquerda. Depois dos primeiros dez minutos, o Vasco ensaiou sair pro jogo e conseguiu que Santos fizesse duas defesas importantes (em uma delas o atacante do Vasco estava impedido). Aos quinze minutos, depois de uma bela jogada de Ayrton Lucas, a bola sobrou para Pedro que finalizou e abriu o placar contando com um desvio do defensor vascaíno.  

3) Apesar da pressão e de ter sofrido o gol, o Vasco estava bem na partida. A linha defensiva bem posicionada, o meio-campo aplicado na marcação e o ataque esperando a oportunidade para contra-atacar - Gabriel Pec pelo lado direito e Alex Teixeira pelo lado esquerdo também auxiliavam a marcação. Sem nenhum receio de sofrer o segundo gol, Maurício Barbieri adiantou as linhas e equilibrou a partida. Com boa troca de passes e intensidade, aos vinte e oito minutos, Capasso aproveitou a bola alta para cabecear, empatando o jogo. 

4) Com o placar empatado, o Vasco era melhor em todos os setores e aproveitava a desorganização do Flamengo. Mas, contra uma equipe de muita qualidade técnica, todo cuidado é pouco e, no final do primeiro tempo, o Flamengo construiu duas boas jogadas pelo lado esquerdo do ataque e ficou muito perto de fazer o segundo gol. A resposta do Vasco foi imediata com Pedro Raul chutando forte - a bola passou perto do gol de Santos.

5) O primeiro tempo foi bem jogado, equilibrado e com as duas equipes procurando o gol. O empate classificava o Flamengo e a única alternativa do Vasco no segundo tempo era atacar sem se descuidar com o sistema defensivo. 

6) O segundo tempo começou com o Vasco muito ofensivo. As linhas adiantadas, os laterais jogando depois da linha divisória, o meio-campo com boa saída de bola e trocando passes com eficiência e o ataque com muita velocidade. O amplo domínio do Vasco e a desorganização do Flamengo era nítido, mas o Vasco não conseguia transformar as oportunidades em gol. A partida tinha um desenho tático bem definido e a intensidade era enorme.

7) Maurício Barbieri substituiu Pedro Raul por Egnaldo aos nove minutos. O técnico do Flamengo fez três substituições aos treze minutos - Everton Cebolinha por Vidal, Rodrigo Caio por Varela e Gabigol por Everton Ribeiro . No primeiro momento, muitos imaginavam que a configuração tática do Flamengo seria um 4-4-2. Mas Vitor Pereira recuou Tiago Maia para fazer a linha de três zagueiros - Fabrício Bruno, David Luiz e Thiago Maia. 

8) As substituições não surtiram efeito positivo e o Vasco continuou controlando a partida, principalmente no meio-campo. Aos vinte e cinco minutos, Maurício Barbieri substituiu Gabriel Pec por Erick Marcus e Jair por Barros. Ambos saíram exaustos. Aos trinta minutos, Vitor Pereira substituiu Gerson por Léo Pereira e Arrascaeta por Matheus França (ainda não vou chamá-lo de craque porque é cedo, mas é um "jogadoraço") passou a jogar nas costas de Puma Rodrigues e, com muita velocidade e habilidade, mudou a partida. 

9) Aos trinta e quatro minutos, Matheus França fez uma linda jogada e o zagueiro Capasso fez o pênalti. Pedro cobrou e marcou o segundo gol do Flamengo. Com pouco tempo para empatar e virar, Maurício Barbieri fez duas substituições aos trinta e nove minutos - Rodrigo por Nenê e Alex Teixeira por Orellano. O Vasco continuou agredindo - destaque para o goleiro Santos que fez defesas importantíssimas - mas, aos quarenta e sete minutos, Ayrton Lucas aproveitou uma cobrança de falta feita com rapidez e marcou o terceiro gol do Flamengo. 

10) O Vasco foi melhor, mas, no somatório das duas partidas, o Flamengo mereceu a classificação porque aproveitou as chances de gol e tem um banco de reservas capaz de mudar a partida.