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sábado, 8 de julho de 2023

Jogos da Seleção e ponto facultativo

A Seleção Brasileira Feminina de Futebol jogará no próximo dia 24 de julho na Copa do Mundo que será realizada em dois países: Austrália e Nova Zelândia. Mas, para o evento, que vai iniciar no dia 14 de julho, uma proposta especificamente brasileira vem sendo levantada pela Ministra dos Esportes. Ana Moser defende que nos dias de jogos da seleção, o ponto facultativo seja utilizado, como normalmente é feito nos jogos da Seleção Masculina.

Até o momento, o Governo Federal não emitiu nenhuma nota, tampouco esboçou opinião a respeito do assunto. Isso vale também para os Governos dos Estados, com exceção do Rio Grande do Norte. Em Natal, capital do Estado, a decisão foi tomada pela Câmara Municipal em março, e o ponto facultativo será realidade.

Faltando 17 dias para a estreia da Seleção em campo, contra a Seleção do Panamá, ainda há tempo para a decisão. Caso o Brasil chegue às finais, seriam então sete dias de facultatividade entre julho e agosto. Nada mal para os meses em que inexistem feriados no país.



quinta-feira, 18 de maio de 2023

Esporte em sociedade totalitária

O esporte em uma sociedade totalitária pode ser significativamente diferente em comparação com uma sociedade capitalista. Em um regime totalitário, o esporte é frequentemente usado como uma ferramenta de propaganda, controle social e manipulação da opinião pública.

Em uma sociedade totalitária, o governo ou regime no poder geralmente exerce um controle estrito sobre todas as atividades, incluindo o esporte. Os eventos esportivos podem ser usados para promover a ideologia do regime, enaltecer a figura do líder ou do partido dominante, e reforçar a lealdade e conformidade dos cidadãos.

As competições esportivas podem ser organizadas e manipuladas de acordo com a vontade do regime. Resultados e desempenhos podem ser distorcidos ou falsificados para criar uma narrativa de superioridade e sucesso do regime. Isso pode incluir a seleção e treinamento de atletas com base em critérios políticos em vez de mérito esportivo, com o objetivo de demonstrar a força e superioridade da nação.

Além disso, o esporte pode ser usado como uma ferramenta de controle social. Regimes totalitários podem promover atividades esportivas específicas para distrair os cidadãos de problemas sociais ou políticos e criar uma sensação de união e patriotismo em torno do regime. A participação em esportes também pode ser usada como uma forma de monitorar e controlar os cidadãos, recompensando aqueles que se conformam e punindo aqueles que se desviam das normas estabelecidas.

A liberdade de expressão e organização também pode ser limitada no esporte em uma sociedade totalitária. Os atletas podem ser coagidos a expressar apoio ao regime e serem proibidos de se envolverem em atividades políticas ou manifestações contrárias ao regime.

No geral, o esporte em uma sociedade totalitária serve como uma extensão do controle e propaganda do regime, destinado a promover a ideologia, reforçar a lealdade e controlar a população. A ênfase está menos na competição esportiva em si e mais na instrumentalização do esporte para alcançar os objetivos políticos do regime dominante.