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sábado, 2 de dezembro de 2023

Clubes e Seleção Brasileira podem sair de competições internacionais

Uma verdadeira bomba! A Fifa ameaça intervir na CBF e proibir clubes e Seleção Brasileira de participarem de competições internacionais. Sim, é isso mesmo que você leu.

A informação, inicialmente publicada pelo Uol Esporte, foi confirmada pela TNT Sports. A entidade que comanda o futebol mundial tomou conhecimento de uma ação de bastidor na qual Ricardo Teixeira e Marco Polo del Nero estariam tentando destituir Ednaldo Rodrigues e tomar a presidência da confederação nacional por vias judiciais.

No entanto, como em seu estatuto não há espaço para a influência de terceiros na administração de filiados, a Fifa enviou este ultimato à CBF. Membros da confederação enxergam a ação de Del Nero e Teixeira como uma 'interferência absurda' para tirar do poder alguém que foi eleito legitimamente.

Em havendo punição, Fluminense, por exemplo, não poderia disputar o Mundial de Clubes. Além disso, equipes nacionais ficariam de fora da Libertadores, da Copa Sul-Americana e da Recopa. Isso sem contar, claro, que a Seleção estaria prejudicada, em um primeiro momento, nas disputas da Copa América e das Elimniatórias da Copa do Mundo.

Este artigo foi publicado originalmente no 90min.com/PT-BR. Acesse AQUI

quinta-feira, 18 de maio de 2023

Esporte em sociedade totalitária

O esporte em uma sociedade totalitária pode ser significativamente diferente em comparação com uma sociedade capitalista. Em um regime totalitário, o esporte é frequentemente usado como uma ferramenta de propaganda, controle social e manipulação da opinião pública.

Em uma sociedade totalitária, o governo ou regime no poder geralmente exerce um controle estrito sobre todas as atividades, incluindo o esporte. Os eventos esportivos podem ser usados para promover a ideologia do regime, enaltecer a figura do líder ou do partido dominante, e reforçar a lealdade e conformidade dos cidadãos.

As competições esportivas podem ser organizadas e manipuladas de acordo com a vontade do regime. Resultados e desempenhos podem ser distorcidos ou falsificados para criar uma narrativa de superioridade e sucesso do regime. Isso pode incluir a seleção e treinamento de atletas com base em critérios políticos em vez de mérito esportivo, com o objetivo de demonstrar a força e superioridade da nação.

Além disso, o esporte pode ser usado como uma ferramenta de controle social. Regimes totalitários podem promover atividades esportivas específicas para distrair os cidadãos de problemas sociais ou políticos e criar uma sensação de união e patriotismo em torno do regime. A participação em esportes também pode ser usada como uma forma de monitorar e controlar os cidadãos, recompensando aqueles que se conformam e punindo aqueles que se desviam das normas estabelecidas.

A liberdade de expressão e organização também pode ser limitada no esporte em uma sociedade totalitária. Os atletas podem ser coagidos a expressar apoio ao regime e serem proibidos de se envolverem em atividades políticas ou manifestações contrárias ao regime.

No geral, o esporte em uma sociedade totalitária serve como uma extensão do controle e propaganda do regime, destinado a promover a ideologia, reforçar a lealdade e controlar a população. A ênfase está menos na competição esportiva em si e mais na instrumentalização do esporte para alcançar os objetivos políticos do regime dominante.