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sábado, 25 de julho de 2026

Petição para banir a Argentina da Copa explode e já diz reunir mais de 23 milhões de assinaturas

Uma campanha internacional que pede a exclusão da Argentina das próximas edições da Copa do Mundo ganhou grande repercussão nos últimos dias e, segundo seus organizadores, já ultrapassou a marca de 23 milhões de assinaturas. A iniciativa, chamada "Argentina Out", afirma ter reunido 23.316.108 adesões de pessoas espalhadas por cerca de 170 países.

O movimento ganhou força durante a Copa do Mundo de 2026, período em que torcedores passaram a contestar diversas decisões da arbitragem envolvendo partidas da seleção argentina. Nas redes sociais, milhares de publicações levantaram suspeitas de um suposto favorecimento à equipe ao longo do torneio. No entanto, até o momento, essas alegações não foram acompanhadas de provas que sustentem as acusações.

Seleção da Argentina (Foto: Carl Recine/Getty Images)

Outro fator apontado pelos organizadores da campanha como responsável pelo aumento da mobilização foi a exibição de uma bandeira com a frase "Las Malvinas son Argentinas" durante uma celebração da seleção. O gesto gerou reações, especialmente entre torcedores e internautas de outros países, ampliando o alcance da petição.#

Apesar da ampla divulgação da campanha nas plataformas digitais, a Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Também não existe, até o momento, uma verificação independente que confirme o número de assinaturas divulgado pelos responsáveis pela iniciativa.

Dessa forma, embora o movimento tenha alcançado grande visibilidade nas redes sociais, as informações referentes ao total de participantes permanecem baseadas exclusivamente nos dados apresentados pelos próprios organizadores.

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Gary Neville detona desempenho da Argentina na final da Copa: "Jogaram muito mal"

Durante participação no podcast Stick to Football, produzido pelo canal The Overlap, o ex-jogador Gary Neville fez uma análise contundente da atuação da Argentina na final da Copa do Mundo de 2026. Para o ídolo do Manchester United, a equipe de Lionel Scaloni esteve muito abaixo do nível esperado e protagonizou uma de suas apresentações mais fracas ao longo da competição.

Na avaliação do ex-lateral da seleção inglesa, os argentinos encontraram enormes dificuldades para desenvolver seu futebol diante da Espanha, que controlou grande parte da decisão e limitou as ações ofensivas da atual vice-campeã mundial.

"Meu primeiro comentário seria para reconhecer o mérito deles por terem permanecido vivos no jogo. Mas a verdade é que jogaram terrivelmente. Conseguiram competir até o fim, e isso merece crédito, mas a atuação foi muito ruim", afirmou Neville durante o programa.

O comentarista foi ainda mais incisivo ao resumir sua impressão sobre a exibição da Albiceleste.

"Quando algo parece ruim e demonstra ser ruim, não há muito o que discutir. O que vimos foi uma atuação fraca, e não foi a primeira vez que isso aconteceu durante o torneio", declarou.

Bandeira da Argentina

Apesar das críticas ao desempenho na decisão, Neville fez questão de destacar a força coletiva construída pela seleção argentina nos últimos anos. Segundo ele, a competitividade do grupo foi determinante para que a equipe chegasse à segunda final consecutiva de Copa do Mundo.

Outro ponto ressaltado pelo ex-jogador foi a importância de Lionel Messi na campanha argentina. Autor de oito gols no Mundial, o camisa 10 foi apontado como o principal responsável por manter a equipe em condições de disputar o título até a última partida.

"Eles possuem uma química muito forte e uma capacidade impressionante de competir. Além disso, contam com um jogador extraordinário no ataque que faz toda a diferença. Sem Messi, acredito que dificilmente teriam alcançado novamente uma final", avaliou.

A Argentina acabou derrotada por 1 a 0 pela Espanha na decisão disputada no último domingo. O resultado garantiu aos espanhóis o segundo título mundial de sua história, enquanto os argentinos encerraram a campanha com o vice-campeonato, após mais uma competição marcada pelo protagonismo de Lionel Messi e por uma trajetória consistente até a final.